quinta-feira, dezembro 07, 2006

Pausa

Acho que não preciso de dizer que este blog morreu. Fui eu que o deixei morrer por negligência. Não vou explicar a razão de ter deixado de escrever, simplesmente deixou de fazer sentido. Quando percebi isso, ainda criei outro blog mas também nesse deixou de fazer sentido escrever.
Não é que tenha nada para dizer. Pelo contrário, há dias em que acho que era capaz de escrever páginas e páginas sem fim. Mas o assunto é delicado demais e eu não o quero enfrentar por isso finjo que ele não existe. Sou muito mais feliz assim, a viver um dia de cada vez.
É por isso que quando penso neste blog me dá uma sensação estranha…má, porque o associo a tudo aquilo que eu teria para dizer e não digo. A ninguém.

Assim, faço aqui uma pausa. Deixo-vos o último texto que escrevi. Não para “postar” mas porque me pediram para o fazer e eu fiz… e este foi fácil!

Até breve.

Sinto a tua respiração no meu pescoço, seguras-me a cintura e apertas-me contra ti. Fecho os olhos e sinto teu corpo encostado ao meu, relaxo e entrego-me. Viro-me de frente para ti para te beijar, a minha respiração fica ofegante. Puxo-te o cabelo…o meu corpo começa a querer entrar pelo teu.
A tua mão toca-me e eu estremeço. Olhas-me nos olhos, porque gostas de me ver a ter prazer. Dá-te prazer saber que és tu que me fazes sentir assim. Só tu.

Abraças-me com força, queres-me toda para ti…ficas descontrolado. Tiras-me a roupa e paras para olhar para mim…beijas-me o peito, a cintura, a barriga, as virilhas e dizes “ Adoro os teus gemidos, princesa”.
Contigo em cima de mim, sinto-te entrar de uma só vez ao mesmo tempo que me abraças com força. Beijas-me na boca, apertas-me, fazes-me gritar.

Há alturas em que olho nos teus olhos e consigo ver o quanto me queres, sinto que estou ali para ti, que sou incondicionalmente tua e que tu és meu. Quero-te dar cada vez mais prazer, todo o prazer que tu consigas ter e só isso dá-me o mesmo prazer a mim. Troco de posição para a que tu mais gostas e tu retribuis fazendo o mesmo.
Ficas louco, pões-me louca a mim e eu perco a noção de tudo, aperto-te com força quando te sinto explodir.
Abraço-te, limpo o suor do teu peito. Nessa altura passam-me um milhão de coisas pela cabeça para te dizer que resumo com um “Amo-te muito”. Porque te amo, mesmo muito.